o pensamento mórbido de viver
parece começar-se a desvanecer
a ilusao de felicidade adquirida
por fim foi destruida
aquele gesto desmazelado
na minha mente foi errado
ciume apoderou-se do meu debilitado ser
que forçosamente continua a sobreviver
solidão completamente presente no meu rosto
culpa de um amor pressuposto
a agonia de respirar
nao para de avultar
na minha inóspita mente
lugar onde é tudo demasiado diferente
ou talvez demasiado semelhante
esqueço memorias de conteudo humilhante
o doce sabor do esquecimento
é tao bom poder contar com o entorpecimento
o cerebro indigente agradece
enquanto o passado se entorpece
terça-feira, 6 de outubro de 2009
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